A beleza subaquática de Noronha pelas lentes do Google Maps

Em meio a tartarugas, golfinhos e tubarões, uma câmera especial do Google mapeou, durante 12 dias, 6 km dos mares do arquipélago de Fernando de Noronha, na costa Nordeste do Brasil. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
O projeto é parte da ambição do Google Maps de mapear "todos os cantos do mundo", conta Tomás Czamanski Nora, engenheiro do Google e responsável pelo projeto na América Latina. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
Fernando de Noronha foi o ponto de partida do mapeamento subaquático no Brasil. Já foram mapeadas também regiões submarinas da Flórida (EUA) e da Austrália. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
Fotos documentaram a jornada do Google, que também mapeou cerca de 50 km de ruas em Noronha para o Street View. Acima, o arco das Pedras Secas, em Fernando de Noronha. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
O equipamento usado, chamado Trekker, contém uma bola na ponta. Ali estão acopladas 15 câmeras que captam imagens em 360 graus e as conectam a antenas de GPS. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
Dessa forma, quando o projeto estiver concluído, os usuários poderão arrastar os "bonequinhos" do Google Maps até pontos do oceano e ver exatamente como eles eram no momento das imagens. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
Outros parques nacionais e reservas brasileiras serão mapeados dentro do projeto, explica Tomás Czamanski Nora. Acima, uma arraia encontrada pela equipe de mapeamento. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
O mapeamento de Fernando de Noronha ocorreu em outubro e as imagens devem estar disponíveis para usuários do Google Maps no início de 2015. (Foto: Divulgação/Catlin Seaview Survey)
Da BBC Brasil
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