O gigantesco megalodonte de 18 metros comprimento, vive!

O gigantesco megalodonte, de 18 metros comprimento, foi extinto há dois milhões de anos. Este gigantesco tubarão de cem toneladas estava destinado a fascinar os cientistas e a imaginação popular. A espécie habitava quase todos os oceanos do mundo durante a Era Cenozoica, que começou há aproximadamente 28 milhões de anos. Atuns minúsculos são devorados por um megalodonte. Nesta recriação artística, a fera tem entre 1,2 e 1,8m de comprimento e pesa entre 45 e 90 quilos, medidas equivalentes a um homem de tamanho médio. / Discovery
Créditos: Corey Ford/Stocktrek Images/Corbis

A primeira reconstrução de um megalodonte

Na primeira tentativa de reconstrução do megalodonte, em 1909, o zoólogo americano Bashford Dean sugeriu que a espécie chegava a 30 metros de comprimento. Os restos fossilizados de dentes e as estruturas dos músculos demonstram que, embora fossem enormes, ainda eram menores do que se pensava.
Créditos: Public Domain

Robô de megalodonte

Para celebrar o 25º aniversário da Semana do Tubarão, em 2012, a equipe de Caçadores de Mitos ressuscitou o maior tubarão que já nadou pelos sete mares. Eles criaram uma versão robótica do megalodonte para solucionar o mistério da “Cena do Crime do Mioceno”, descoberta por Sean e Lisa Tohill, proprietários do Shark Tooth Hill em Bakersfield, Califórnia. Os Tohills encontraram um fóssil de baleia sem cabeça e se perguntaram: “teria sido um megalodonte?”.
Créditos: Rahoul Ghose/DCL

Caiaque no almoço

Pesquisadores e cientistas da Techniflex construíram uma mandíbula que funcionava como a de um megalonodonte vivo, com 2,5m de largura por 1,8m de altura. Com uma pressão hidráulica de 2000 psi, a mordida do monstro chegava a mais de 9 toneladas de força.
A equipe dos Caçadores de Mitos demonstrou o poder da fera alimentando-a com uma série de objetos de madeira, como o caiaque da foto e até um enorme cilindro de madeira em forma de baleia.
Créditos: Rahoul Ghose/DCL

Sacrifício de uma sereia

Nesta imagem do programa “Sereias: O Corpo Encontrado”, do Animal Planet, um homem-sereia se prepara para ser devorado por um megalodonte, sacrificando sua vida para salvar o restante do grupo.
Créditos: Photobank

Tubarão-branco X megalodonte

O Dr. Jeremiah Clifford segura a mandíbula de um tubarão-branco, “emoldurado” pela mandíbula de um megalodonte. Especialista em reconstrução de fósseis, o Dr. Clifford fabricou a réplica com resina de fibra de vidro e 180 dentes serrilhados.
Em 2008, uma equipe de cientistas determinou que o megalodonte mordia suas presas com uma força que variava entre 10,8 e 18,2 toneladas, dez vezes maior que a de um tubarão-branco. Além disso, devorava o equivalente a 10 seres humanos por dia para satisfazer suas necessidades nutricionais.
Créditos: Louie Psihoyos/Corbis

Reconstrução do esqueleto

Esta reconstrução da estrutura esquelética de um megalodonte contém algumas estruturas cartilaginosas, como estes filamentos espinhosos que davam suporte às brânquias. Assim como nos tubarões atuais, o esqueleto do megalodonte era, em grande parte, formado por cartilagem, um material que raramente resiste à passagem do tempo. Os restos fossilizados mais bem conservados são os dentes (de até 17 centímetros de comprimento), vértebras ocasionais e vestígios ósseos de feições faciais.
Créditos: Savas Georgalis/DCL

O megalodonte ao redor do mundo

O megalodonte continua “vivo” em todo o mundo como uma das mais famosas criaturas que já singrou os mares da Terra. Esta réplica integra o museu ao ar livre de Munchehagen, na Alemanha, ao lado de outras 14 reconstruções em tamanho natural de animais pré-históricos, em uma exposição chamada “Gigantes do Mar”.
Créditos: Holger Hollemann/dpa/Corbis
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